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Opinião

07/06/2012 00:00

Juara, bang-bang e milagre. Artigo de autoria de José Francisco Vilalobos

Na quarta feira seis de junho, o engenheiro agrônomo Robertson Baganha foi alvejado por cinco tiros na própria casa, quando orava antes de iniciar o jantar em família. Acudido pela sua esposa Jocélia Baganha e por vizinhos, foi levado ao Hospital São Lucas onde os médicos constataram que, miraculosamente, nenhum dos disparos fora mortal, e embora seu estado seja sério, o prognóstico não tem a gravidade nem o risco de morte que poderia ter sido esperado por uma ação tão brutal como essa. Graças a Deus, nosso amigo Baganha vai sair desta. Como se diz, voltou a nascer. Todos nós estamos torcendo por ele.

A emboscada tem todas as características de uma vingança. O Robertson Baganha trabalha com pericias e laudos que às vezes são requeridos em conflitos e litígios de terras. As investigações das polícias Civil e Militar tem que tomar também por esses rumos.

Não podemos admitir que não se achem os culpados. Esta terra não é mais uma terra de pistoleiros nem de bang-bang. Aqui tem Lei e tem Justiça. Temos autoridades e polícias. Precisamos pedir- exigir, se for necessário- que os culpados sejam encontrados, detidos, julgados e punidos com todo o rigor da Lei.

Cidadãos como o Robertson Baganha são pilares da nossa sociedade. Homens como ele são os que fazem desta cidade um lugar de futuro e de prosperidade. O Robertson tem sido sempre um cidadão exemplar. Vereador. Empresário. Fortalecido por firmes convicções religiosas. Pai exemplar e avô coruja. Há pouco tempo atrás foi um dos heróis da resistência contra a Lei de Zoneamento que teria tornado Juara uma cidade fantasma, sem economia, sem futuro.

Devemos ao Robertson o empenho e a cobrança às autoridades para que se encontrem os culpados.

Devemos ao Robertson nossa solidariedade e nosso apoio incondicional.

Devemos ao Robertson a tentativa de mudar esta cidade, que tanto precisa dele, para que nunca mais aconteçam barbáries como esta.

Devemos ao Robertson e a todas as boas pessoas de Juara, a capacidade de podê-los proteger. E isso se faz pegando e condenando aos pistoleiros.

Mas uma coisa ficou clara. Deus demonstrou, na pessoa do Baganha, que orar salva. Que Ele o abençoe, e a toda sua bela família. Embora eu seja um pouco desleixado no tocante a religião, devo confessar que esta noite passada rezei por ele também. Outra que eu devo ao Baganha. Mostrou-me o poder da Fé.

José Francisco Villalobos
villalobostudelajf@terra.com.br


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