Mãe é forçada a assistir vizinho estuprar a filha virgem de 24 anos

Publicado em 25/08/2012 às 09:24:41
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Uma mulher de 24 anos e a mãe viveram cinco horas de terror nas mãos de um vizinho, no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na tarde da última quinta-feira (23). A jovem foi estuprada duas vezes e, em uma delas, a mãe foi obrigada a assistir ao abuso. Elas ainda foram amarradas, amordaçadas e agredidas pelo homem, que acabou preso após agentes da Delegacia de Nova Iguaçu (52ª DP) receberem uma denúncia anônima.

Segundo os investigadores, Jorge Augusto Santos de Araújo, de 27 anos, conhecia a família das vítimas há cerca de 20 anos. Ele foi até a casa das vítimas, por volta das 14h, e alegou que precisava de ajuda com o filho, que tem dois meses de idade.

Assim que entrou na casa de Jorge, a jovem foi agredida e teve um pano colocado na boca para não gritar. Ela foi amarrada na cama e agredida. Durante todo o tempo, o vizinho pedia dinheiro, dizia que queria R$ 80 mil porque sabia que a família tinha boas condições financeiras. A vítima disse que não tinha dinheiro, o que irritou o agressor.

A jovem, de educação religiosa rígida e virgem, foi estuprada. O vizinho praticou sexo oral nela. Jorge então levou a vizinha de volta para a casa dela, onde a manteve amarrada novamente. A mãe da jovem chegou e também foi surpreendida pelo vizinho e amarrada. Ele vendou os olhos da mãe e a amordaçou. Jorge tirou fotos da vizinha nessas condições.

A mulher conseguiu se soltar e foi até o quarto da filha, onde entrou em luta corporal com o vizinho. Ele a amarrou novamente e, por vingança, estuprou a filha dela novamente, mas desta vez na frente da mãe. Enquanto implorava para o homem parar, ele apenas respondia “eu quero, eu quero isso”.

Agentes da 52ª DP receberam uma denúncia e chegaram à casa das vítimas por volta das 19h, onde encontraram as duas amarradas. Eles foram até a casa do vizinho e o prenderam. Em princípio, ele negou o crime, mas depois que as fotos foram descobertas em seu celular, ele admitiu o crime: “É, fiz m...”.

Jorge foi autuado por cinco crimes: cárcere privado, estupro, tentativa de homicídio, tortura e extorsão.

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