Juara (MT), 26 de março de 2019 - 00:23

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15/03/2019 08:33 Acesse Notícias

SIMAVA da suporte às 25 industrias do setor madeireiro de Juara e região

No inicio da colonização, o setor madeireiro foi uma das maiores fontes econômicas que movimentou Juara até da década dos anos 90, e com o tempo e decadência da madeira, até mesmo distancia e as novas leis ambientais dificultaram esse setor que foi diminuindo a cada ano.

Atualmente Juara possui cerca de 25 madeireiras em funcionamento legal que gera emprego e renda ao município, que atualmente fomenta sua economia voltado em grande parte para pecuária e lavoura.

Mesmo com a escassez da madeira e as reais dificuldades em fomentar o setor, o Sindicato das Indústrias Madeireiras do Vale do Arinos (SIMAVA) se mantém ativo e há 27 anos oferece suporte aos associados do setor, e gera cerca de 800 empregos diretamente e 200 empregos indiretamente.

O presidente do SIMAVA, Manoel dos Santos e Silva Junior disse que o órgão tem por finalidade dar suporte a classe empreendedora levando as reinvindicações do setor aos governantes estaduais através do CIPEM - Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso.

O CIPEM por sua vez tem como objetivo atuar de forma articulada pelo fortalecimento do setor, e oferecer atendimentos aos 08 sindicatos empresariais de base florestal no Estado, instituição está de incentiva a produção sustentável e o consumo consciente de madeira e seus subprodutos, respeitando a legislação vigente.

De acordo com o presidente mensalmente, ele participa de reuniões em Cuiabá em prol de melhorias para o setor junto ao CIPEM que juntos têm maior representatividade para buscar reinvindicações para a classe madeireira.

Ele informou ainda que Juara já teve grande fomento da madeira que era carro chefe de economia, mas que com o passar do tempo diminuiu, e mesmo diante dos gargalos enfrentados, o SIMAVA que possui associados nos quatro municípios do Vale do Arinos consegue se manter.

Perguntado sobre sua visão futura sobre esse setor, o presidente Manoel foi enfático em dizer que hoje os custos são altos em todos os setores, mas acredita em mudanças com os novos governantes, e disse que os planos de manejos estão sendo liberados na medida em que são solicitados, e que vê na classe politica boa vontade de melhora.

“O equilíbrio econômico no preço dos combustíveis e a desburocratização vai ajudar muito tanto o setor madeireiro como outros setores de produção concluiu”, Manoel dos Santos.

 

 


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